idosos tiveram atenção especial nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff e isso se reflete na expressiva intenção de voto previstas nas pesquisas eleitorais. Segundo o Datafolha, Dilma tem 46% da preferência entre os maiores de 55 anos, enquanto Aécio Neves e Marina Silva estão empatados com 18% cada.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Após vitória apertada, Dilma pede união e promete diálogo
Em seu primeiro
pronunciamento após o resultado do segundo turno que garantiu sua reeleição em
um placar apertado contra o adversário Aécio Neves (PSDB), a presidente Dilma
Rousseff (PT) pediu união ao povo brasileiro e disse que o País não sai
dividido da disputa. Segundo ela, a divergência deve dar lugar ao diálogo para
viabilizar mudanças.
“Não acredito,
sinceramente, do fundo do meu coração, que essas eleições tenham dividido o
País ao meio. Entendo, sim, que elas mobilizaram ideias e emoções às vezes contraditórias,
mas movidas por um sentimento comum, a busca de um futuro melhor para o País”,
afirmou Dilma em discurso em um hotel próximo ao Palácio da Alvorada, em
Brasília, na noite deste domingo.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Análise da Elaboração de projetos e as legislações das Políticas Públicas de Gênero e Raça
O tema abordado na unidade 4 foca discussões acerca dos conceitos que contribuíram para a técnica de elaboração de projetos vinculados à promoção da igualdade de gênero e racial. Desta feita, a unidade em apreço teve como propósito abordar uma discussão sobre o processo de construção e a transversalidade de gênero e raça na gestão pública.
A ideia de ciclo na análise de políticas públicas
Você provavelmente já ouviu os termos formulação, implementação ou avaliação de políticas em estudos de políticas públicas. Também já deve ter percebido que grande parte destes estudos se dedica a compreender um determinado momento da política, como por exemplo, o momento de elaboração de uma política ou o momento de execução de uma proposta. Na literatura de análise de políticas tais momentos passaram a ser denominados como estágios ou fases da política.
Considerações sobre a Unidade III e IV do Módulo V - A importância do planejamento, monitoramento e avaliação na Gestão de Políticas Públicas*
As desigualdades de gênero e raça devem ser encaradas como desigualdades a serem superadas, sendo assim o Curso de Pós-graduação em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça, promovido pela UFES em parceria com a UAB, possibilita a capacitação de gestores públicos com a finalidade de aprimorar e propor novas formas de pensar as Políticas para os segmentos Gênero e Raça. Desta forma, o curso propõe como fundamental nesse processo, o monitoramento, avaliação e planejamento de um programa ou projeto, que serão tratados a seguir.
A transversalidade de gênero e raça na gestão pública
Marcos históricos, conceituais e institucionais das políticas públicas de gênero e raça
Os movimentos sociais locais, regionais e mundiais tem obtido resultados positivos na luta pela redução das desigualdades e discriminações sociais no planeta. O resultado destes movimentos no Brasil foi concretizado pela criação de duas secretarias voltadas para gênero e raça, respectivamente, Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM) e Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SPPIR).
Guia Operacional do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça - 5ª Edição
A garantia da autonomia econômica e social das mulheres é condição estruturante para a transformação das condições de vida e das desigualdades vividas pelas mulheres, especialmente aquelas que vivem as discriminações decorrentes da desigualdade social, de gênero e racial.
O trabalho, como foco privilegiado de incidência de políticas públicas, torna-se sinônimo de inclusão social, autonomia e desenvolvimento. Considerado em um marco amplo, o trabalho precisa cumprir, para além da sua função produtiva, a tarefa de representar um meio de expressão dos sujeitos e, ao mesmo tempo, um elo social fortalecido.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Greve, instrumento de transformação social - Escrito por Artur Henrique, presidente da CUT | 19 Outubro 2011.
A greve é mais que um direito
constitucional e um instrumento legítimo para os trabalhadores cobrarem
aumentos salariais, proteção e ampliação de direitos e melhoria das condições
de vida em geral.
Um
movimento grevista também é um dos principais momentos para elevar a
consciência crítica da população. É uma oportunidade de as pessoas se
enxergarem como conjunto transformador, e por isso guarda em si potencial de
catarse política, de passagem para uma experiência ativa de mudança do mundo
social.
A participação popular na gestão pública no Brasil
A proposta deste
artigo é examinar a participação popular na gestão pública, como pressuposto do
sistema democrático-participativo adotado no Brasil com a Constituição Federal
de 1988. A partir do enfoque jurídico, opta-se inicialmente por delinear o
perfil constitucional do Estado brasileiro, em conformidade com a ordem
jurídica estabelecida a partir de 1988. Também, sob esse prisma, serão traçados
os contornos da participação popular na gestão pública, tendo em vista a
chamada concepção contemporânea de cidadania e de democracia.
Palavras-Chave: Cidadania; Democracia;
Participação popular.
Abstract
This article’s proposal is to examine the
public management popular participation as a presupposition of the
democratic-participant system taken by the 1988 Federal Constitution in Brazil.
From the juridical focus, it chooses first to delineate the constitutional
profile of Brazilian State according to the juridical order established from
1988. It is also from this focus that it is traced the contour of the public
management popular participation in our eyes the so called democracy and
citizenship contemporary conception.
Key-Words: Citizenship; Democracy; Popular Participation.
ÉTICA E CIDADANIA
A participação do cidadão na vida política exige ao Estado e à
sociedade civil uma dupla responsabilização, uma clareza continuada na forma
como as diversas ações vão sendo conduzidas.
Não basta anunciar 'globalização' ou 'incerteza' e esperar que,
de imediato, qualquer cidadão se sinta minimamente identificado com um
discurso. Para que a política seja a ética do coletivo, torna-se importante
repensar as opções tomadas individualmente.
A ética do cidadão vai implicar - e crescentemente - uma maior
consciência sobre a diversidade e exigir uma clarificação dos processos
políticos.
A opinião pública, no geral, quando questionada sobre a
política, sente-a como completamente afastada de si. A política é feita por
'profissionais' e o cidadão não se reconhece nesse conceito espaço. A vida nas
'cidades' resume-se a rotinas mecânicas e não participativas ou enunciadoras de
ações positivas de conjuntos de cidadãos.
Postado por: João Paulo da Silva Faria
Fonte: http://espacocerq.blogspot.com.br/2010/08/etica-e-cidadania.html
FALANDO SOBRE CIDADANIA
A palavra CIDADANIA é derivada de cidadão, que vem do latim Civita. Podemos defini-la como “um conjunto de direitos e liberdades políticas sociais e econômicas, já estabelecidos ou não pela legislação”.
Cidadania hoje se resume a uma palavra: participação. A participação como indivíduo ou como um grupo organizado nas mais variadas áreas de atuação na sociedade, na esfera pública. Então cidadania para mim é sinônimo de participação, ou seja, de não omissão, indiferença etc., em relação ao exercício do poder.
O DIREITO COMO ELEMENTO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL -...
O DIREITO COMO ELEMENTO DE TRANFORMAÇÃO SOCIAL – DIÁLOGO ENTRE
UM PROFESSOR E SEU ALUNO.
Desde o advento da Constituinte de 1988, sua aprovação e
regulamentação, o país tem mergulhado num espiral de conflitos de
governabilidade sem igual, é inegável a forma com que as estruturas
Republicanas de Gestão do Estado têm se mostrado inaptas em acompanhar todas as
evoluções ocorridas. Num momento em que a globalização se mostra cada vez mais
contundente, disseminando a informação de forma ampla e acessível a todos, os
entes estatais parecem cerrar os olhos à nova realidade, onde o cidadão comum
de posse deste verdadeiro arsenal de informações tende a assumir um papel muito
mais crítico do que tinha há apenas alguns anos atrás. Passando rapidamente
pelas muitas causas prováveis desta perda de rumo, podemos observar que algumas
delas, dado ao seu caráter geral, são mais evidenciadas e conseqüentemente mais
exploradas teoricamente pelos autores, as quais passaremos a analisar
sucintamente.
A história dos movimentos sociais no Brasil
Governos autoritários e as lutas pela liberdade e democracia nas
décadas de 70 e 80. As grandes revoltas dos movimentos sociais no Brasil.
Aranha protesta contra ato de racismo na Arena: "Dói"
Os minutos finais da derrota do Grêmio para
o Santos foram marcados por um incidente de racismo no setor da Geral da Arena.
O goleiro Aranha foi chamado de "macaco" por alguns torcedores
gremistas e se revoltou com a atitude.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Polícia identifica autor de disparo que matou jovem negro em Missouri
A
polícia identificou nesta sexta-feira (15) o autor do disparo que matou um
jovem negro desarmado na cidade de Ferguson, no Missouri, Estados Unidos. A
morte de Michael Brown, de 18 anos, gerou uma onda de protestos e reação
violenta da polícia. Segundo o chefe de polícia Thomas Jackson, quem realizou o
sexta-feira, 4 de julho de 2014
25 de Julho - Dia da Mulher Negra
O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha foi instituído no 1º
Encontro de Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, que teve
representação de mulheres negras de mais de 70 países, na República Dominicana, em 1992.
A data se tornou um marco internacional da luta e da resistência das mulheres negras, com o
objetivo de tornar
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Desigualdade de Gêneros
Como reduzir a desigualdade de gênero na agricultura africana
Melinda Gates defende a adoção de
políticas públicas no continente africano que ajudem as mulheres a reduzir sua
carga de trabalho doméstico para que possam produzir mais no campo
Melinda Gates
O Produto Interno Bruto (PIB) da África cresce mais rápido que o de
qualquer outro continente. Quando se pensa sobre os motores que impulsionam
esse crescimento, imagina-se as commodities como
terça-feira, 1 de julho de 2014
MULHERES NEGRAS DO PIAUÍ DISCUTEM SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE E OS DESAFIOS PARA SUPERAÇÃO DAS DESIGUALDADES DE GÊNERO E RAÇA.
O Instituto da Mulher Negra do Piauí – AYABÁS realiza dias 31/05
e 01 e 02/06/2013, o I SEMINÁRIO ESTADUAL DE MULHERES NEGRAS E SAÚDE, com a
participação de mulheres negras das mais diversas regiões do Estado e com
convidadas de outros Estados. O evento é uma parceria com a Secretaria de
Estado da Saúde do Piauí - SESAPI e conta com o apoio de outras organizações
como Coordenadoria Ecumênica de Serviço /CESE ,Steve BIKO, ,Instituto Mídia
Étnica,SEMTCAS,SASC,SEMEC,SEMEST ,SEDUC e FUNDAC.
Com o objetivo de discutir a saúde da mulher negra e as
políticas públicas no Piauí que atendam a demanda existente nessa área, o
evento é também um momento de oportunizar um
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Brasileiras lutam pela igualdade de direitos
O movimento feminista brasileiro conquistou, nas últimas décadas, a
ampliação dos direitos da mulher. As ações do movimento feminista foram
decisivas para articular o caminho da
Introdução - Mulheres e Movimentos: Política, Cultura e Feminismo na Virada do Século
O historiador inglês Eric Hobsbawn causou
sensação ao declarar que o século XX havia terminado em 1989, com a queda do
Muro de Berlim. Então, a história chamada "século XXI" começaria a
despontar no horizonte. Vivenciamos o começo do novo século com perplexidade,
sob o fogo cruzado de fundamentalismos econômicos, religiosos
A desigualdade de gênero
A desigua
Gênero e Hierarquia Social.
A Hierarquia Social ligada às questões de gênero ainda persiste em ser
muito atuante na sociedade. Apesar de ter havido um percentual grande de
redução das tarefas domésticas feitas pelas mulheres. O processo cultural
machista da humanidade irá tentar de todas as formas manter o status de que o
homem é mais forte e melhor
ESTRESSE E HIERARQUIA SOCIAL
O povo irreverente
diz que é preferível ser rico com saúde do que pobre e doente.
A sabedoria popular
se refere a um fenômeno conhecido em saúde pública com o nome de gradiente
socioeconômico, segundo o qual, à medida que o poder aquisitivo decresce nos
estratos sociais, crescem os riscos de obesidade, doenças cardiovasculares,
Gênero e sexo são a mesma coisa?
Gênero
É o conjunto de características sociais,
culturais, políticas, psicológicas, jurídicas e econômicas atribuídas às
pessoas de forma diferenciada de acordo com o sexo.
As características de gênero são construções
sócio-culturais que variam através da história e se referem aos papéis
psicológicos e culturais que a sociedade atribui a cada um do que considera
“masculino” ou “feminino”.
Quando sexo, gênero e sexualidade se encontram
Por: André Sidnei Musskopf
Nasceu
com vagina e vestia roupas identificadas como femininas. Através de
procedimento cirúrgico construiu em seu corpo um pênis. Veste roupas que
identificam como homem.
Relaciona-se sexualmente com homens, com pênis e que vestem roupas identificadas como masculinas.
Relaciona-se sexualmente com homens, com pênis e que vestem roupas identificadas como masculinas.
O mundo e o conhecimento que herdamos, em seu
discurso normativo, tinha/tem tudo bem definido, como ordem natural, inclusive
divina. As reivindicações dos movimentos identitários das últimas décadas têm
questionado muitas destas certezas, tanto em termos políticos quanto de
construção do conhecimento na academia. O objetivo deste artigo é mostrar
algumas destas “desconstruções” sobre sexo, gênero e sexualidade, realizadas no
âmbito dos Estudos Feministas, de Gênero, sobre Masculinidade, dos Estudos Gays
e Lésbicos e da Teoria Queer. Mais do que isto, mostrar como as reflexões sobre
gênero não podem estar desconectadas das reflexões sobre sexualidade, e vice-versa.
O processo de construção de identidade sexual e de gênero expressa na epígrafe
acima revela justamente a insuficiência das categorias identitárias
disponíveis, desestabiliza noções fixas e relações naturais entre sexo, gênero
e sexualidade, e aponta para a limitação de discursos assimilacionistas.
terça-feira, 13 de maio de 2014
13 de maio - Abolição Da Escravatura No Brasil - Resumo
No início da
colonização do Brasil (século XVI), não havia no Brasil trabalhadores para a
realização de trabalhos manuais pesados. Os portugueses colonizadores tentaram
usar o trabalho indígena nas lavouras. A escravidão indígena não pôde ser
levada adiante, pois os religiosos católicos se posicionaram em defesa dos
índios condenando sua escravidão. Logo, os colonizadores buscaram uma outra
alternativa. Eles buscaram negros na África para subm
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Eduardo Giannetti: Igualdade de quê?
O filósofo grego Diógenes fez do controle das paixões e da
autossuficiência os valores centrais de sua vida: um casaco, uma mochila e uma
cisterna de argila na qual pernoitava eram suas posses.
Estatuto da Igualdade Racial
Depois
de tramitar por quase uma década pelas duas casas legislativas do País, o
Estatuto da Igualdade Racial começou a vigorar em 20 de outubro de 2010. Ele
define uma nova ordem de direitos para negras e negros. Com 65 artigos, é um
instrumento legal que possibilita a correção de desigualdades históricas, no
que se refere às oportunidades e direitos ainda não plenamente desfrutados
pelos descendentes de pessoas escravizadas no País.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Dilma Rousseff - 1º Presidenta do Brasil
Sem nunca ter ocupado um cargo eletivo, a
ex-ministra da Casa Civil Dilma
Rousseff transformou-se neste domingo na primeira mulher
presidente do Brasil. Dilma foi confirmada a vencedora da disputa mais
agressiva das últimas décadas às 20h04, quando a apuração feita pelo
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contava 91,2% dos votos apurados.
Naquele momento, a petista registrava 55,3% dos votos válidos, contra 44,6%
contabilizados pelo adversário, o tucano José Serra.
Reportagens Coisa de menino. Coisa de menina. Será?
Alicia Fernández:
"Aprendizagem também é uma questão de gênero"
Para a psicopedagoga argentina, as dificuldades da
criança em sala de aula têm relação com os papéis atribuídos a homens e
mulheres.
Uma questão
despertava a atenção da psicopedagoga argentina Alicia Fernández na década de
1980. A maioria dos casos relacionados a dificuldades escolares que chegavam ao
consultório dela se dava com meninos e não com meninas. Um estudo realizado
entre 1986 e 1989, com crianças e jovens menores de 14 anos, comprovou uma
observação: 70% deles eram do sexo masculino. A constatação de que o cenário se
repetia em outros países estimulou a investigação sobre o assunto. O resultado
está no livro A Mulher Escondida na Professora, que discute o papel feminino na Educação. Com 63 anos, a diretora da
Escola Psicopedagógica de Buenos Aires presta serviços de consultoria a instituições
de formação em seu país e também no Uruguai, em Portugal, na Espanha e no
Brasil. "Sinto que sou um pouco nômade", afirma. Atualmente, ela
desenvolve pesquisas sobre hiperatividade e déficit de atenção na infância,
problemas que cada vez mais são identificados, inclusive no Brasil.
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